Uma edição pirata refere-se a uma cópia ou reimpressão não autorizada de um livro, feita sem a permissão do detentor dos direitos autorais. A maioria é de baixa qualidade, repleta de erros de digitação e outros erros, e tem preço bem abaixo do valor do livro original.
Uma cópia pirata é uma reprodução ilegal e não autorizada de um livro ou outra obra. Em muitos países, é considerada uma forma de violação de direitos autorais pela qual o infrator pode ser condenado à prisão. Edições piratas geralmente são de menor qualidade, pois são produzidas sem o consentimento dos detentores dos direitos autorais. Isso também causa um problema para os leitores e para o detentor dos direitos autorais — a confusão leva à perda de vendas.
A pirataria é apenas uma ferramenta para vender o livro sem pagar pelos direitos autorais. Pessoas ou empresas fazem isso em países onde o leis de direitos autorais não são bem aplicadas.
De navegar em mercados online a barracas na rua e algumas lojas físicas, edições piratas são predominantes. O custo dessas edições é sempre muito mais barato do que o de cópias publicadas oficialmente.
Além disso, a preparação e venda de edições piratas é uma forma de violação de direitos autorais. Em quase todos os lugares, é ilegal e sujeito a punição civil e criminal.
A influência das edições piratas no comércio de livros é vasta. Essas cópias desviam parte das receitas que, de outra forma, iriam para editoras e autores. Além disso, edições piratas não podem melhorar a reputação geral de um livro.
Edições ilegais têm seu lugar no comércio de livros, é claro. Elas também permitem que as pessoas leiam livros que, de outra forma, provavelmente nunca comprariam. Elas também ajudariam a levar os livros ao povo comum. Embora edições piratas não sejam o meio ideal de ler livros, elas têm um papel a desempenhar no negócio editorial.

