Um Acordo de Preço Líquido (Net Book Agreement, na sigla em inglês) é um contrato entre editoras e livrarias que detalha os termos sob os quais as livrarias podem vender os livros dessas editoras. Um Acordo de Preço Líquido geralmente oferece descontos às livrarias em relação ao preço de varejo, em troca do compromisso de vender os livros a um preço fixo, sem descontos abaixo desse valor. Além disso, as editoras podem estabelecer preços mínimos de publicidade (MAPs, na sigla em inglês), abaixo dos quais os varejistas não podem anunciar seus títulos.
O Acordo de Preço Líquido para Livros (Net Book Agreement) foi implementado inicialmente na Grã-Bretanha em 1900, em resposta à preocupação de que os descontos prejudicassem os lucros das editoras. Inicialmente voluntário, tornou-se obrigatório em 1916, antes de ser finalmente desmantelado em 1995, após anos de debate, já que muitos o consideravam obsoleto ou essencial para a viabilidade da indústria editorial.
Como o mercado editorial americano é historicamente marcado por descontos e guerras de preços, um Acordo de Preço Líquido para Livros (Net Book Agreement) entrou em vigor recentemente no país – embora sua implementação continue controversa devido às preocupações das editoras com a proteção dos lucros, ao mesmo tempo que incentiva o investimento em novos títulos.
De 1900 a 1995, editores e livreiros na Grã-Bretanha firmaram um acordo conhecido como Net Book Agreement, que fixava os preços dos livros.
O Acordo de Preço Líquido para Livros foi um sucesso absoluto, superando seus objetivos com facilidade. Editoras e livrarias colaboraram para definir os preços dos livros. As livrarias puderam então vender esses títulos a custos inferiores aos de produção – uma conquista inestimável em um setor que dependia de tornar os livros acessíveis aos seus leitores. Como um recurso essencial dos serviços da indústria livreira que proporcionavam acesso público, esse foi um de seus pilares fundamentais.

