Livros, panfletos e folhetos impressos antes de 1501 são conhecidos como incunábulos. O termo se origina do latim, significando “berço” ou “roupas de enfaixar”.
Embora os incunábulos tenham sido publicados em várias línguas e estilos, a maioria foi escrita em latim. Veneza foi um importante centro de impressão durante o século XV, produzindo muitas dessas obras iniciais. Outros centros notáveis de produção de incunábulos incluíam Roma, Estrasburgo e Colônia.
Embora textos religiosos constituíssem a maior parte da coleção Incunábulos, havia também muitas obras seculares abrangendo assuntos como gramática, medicina, direito e história.
O primeiro livro impresso em inglês foi “The Recuyell of the Historyes of Troye” em 1475.
Embora a Europa fosse responsável pela maior parte da produção de incunábulos,
há exemplos notáveis de outras regiões também. O Sutra do Diamante da China é reconhecido como o mais antigo livro impresso conhecido (868 d.C.), representando a escritura budista. Similarmente antigo é o Jikji simche yojeol da Coreia (1377), que contém uma variedade de ensinamentos budistas.
Os incunábulos demonstram grande diversidade linguística; eles incluem latim, grego, hebraico — coisas do tipo — e até chinês! Os primeiros livros atendiam principalmente a propósitos religiosos devido à alta demanda da igreja.
Bíblias e livros de orações dominavam essa categoria, mas obras seculares como histórias e relatos de viagem também encontraram seu lugar entre essas primeiras impressões.
Os incunábulos têm imensa importância para os livros e publicações porque oferecem insights preciosos sobre a história do livro, sendo um dos materiais impressos mais antigos do mundo.
Eles estabelecem uma conexão vital entre a literatura medieval e sua evolução até o início moderno era — uma ponte que une dois períodos distintos na história do livro.
Além disso, seu valor vai além da importância histórica; colecionadores os consideram itens raros que podem alcançar preços substanciais em leilões.
Em conjunto, esses fatores destacam a importância dos incunábulos nos livros e no processo editorial.

